A ILHA ENCANTADA
de Hélia Correia
O rei de
Nápoles, o seu filho, o seu irmão e vários membros da corte são vítimas de um
naufrágio e encontram abrigo numa ilha remota e solitária onde Próspero, o
"verdadeiro” duque de Milão, vive desterrado com a sua jovem filha e dois
escravos (Caliban, um ser disforme e diabólico que corporiza os instintos animalescos
do Homem, e Ariel, uma figura etérea, espiritualizada e leal cujos poderes
mágicos se combinam com os poderes de Próspero). A ação decorre num único
espaço, a ilha onde Próspero (detentor do "dom” de alterar as condições
atmosféricas e responsável pelo naufrágio) tentará ajustar contas com o
usurpador do Ducado de Milão.
Traições familiares, vinganças, invejas, mas também uma "pitada” de humor e de amor são os ingredientes desta obra que, partindo de uma situação trágica e infeliz, encontra um final em tom de parábola, onde "os bons” acabam por ganhar e "os maus” recebem o seu castigo.
Traições familiares, vinganças, invejas, mas também uma "pitada” de humor e de amor são os ingredientes desta obra que, partindo de uma situação trágica e infeliz, encontra um final em tom de parábola, onde "os bons” acabam por ganhar e "os maus” recebem o seu castigo.

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